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Você sabia que um posto de gasolina vai muito além da bomba e do frentista?

Por baixo do concreto armado e das bombas de abastecimento estão enterradas tubulações, instalações elétricas, sensores eletrônicos e tanques de armazenamento.

O posto é composto por basicamente 8 estruturas que auxiliam na sua segurança e de quem trabalha no local.

1 – Computador central 

Gerencia as informações que vêm dos sensores eletrônicos espalhados pelo posto. É ali que se controla o nível do reservatório e, no caso de emergência, é ele quem soa um alarme.

2 – Nível do tanque

Informa quanto de combustível ainda resta no reservatório.

3 – Monitoramento

É instalado ao redor do tanque e chega até 1 metro abaixo dele, para facilitar a coleta de amostras do solo e verificar uma possível contaminação por vazamento.

4 – Chegada do combustível

O combustível vem por meio de um caminhão que através de um Cabo-Terra é armazenado no deposito subterrâneo.

5 – Tanque subterrâneo

O reservatório tem de 15 a 30 m3, parede dupla – a interna de aço e a externa de fibra de vidro ou plástico de alta resistência –, fica enterrado a cerca de 1,20 metro de profundidade e é capaz de armazenar de 15.000 a 30.000 litros de combustível.

6 – Boca de visita

Ela tem pouco mais de 1m de largura e é o único contato do reservatório com a superfície. Por ela técnicos têm acesso às conexões que ligam a tubulação ao tanque.

 

7 – Tubo pescador

É por onde o combustível sai para o tanque.

8 – Bombas

Por dentro da carenagem está uma bomba de sucção movida por um motor elétrico blindado, à prova de explosão. Quando o frentista aperta o gatilho no bico de abastecimento, o motor começa a funcionar e suga o combustível. Sob a bomba existe uma caixa de proteção, onde é feita a manutenção das conexões ligadas à tubulação que traz o combustível do reservatório.

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